O arcabouço teórico das Relações Internacionais sobre a cooperação internacional baseia-se em diversas e distintas análises, distribuídas em várias linhas de pensamento. Pode-se considerar a cooperação brasileira por preceitos realistas, institucionais-liberais e construtivistas. Realista, ao perceber que o Estado intenciona assegurar maior inserção, poder e influência no tabuleiro geopolítico das Relações Internacionais. Institucional-liberal, ao demonstrar que o poder e a circulação de informação, por meio das instituições, são as principais variáveis para a compreensão e manipulação desse sistema. Construtivista, ao relacionar a cooperação com imperativos humanitários e compromissos éticos, utilizando-se do soft power como poder comportamental, fundamentando-se nas ideologias e nos aspectos culturais manifestos pelos Estados.
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